2025: ano cheio de atividades e perseverança no MAEDS
2025: ano cheio de atividades e perseverança no MAEDS
Se olharmos para os números, o ano de 2025 foi marcante, com mais de 10700 pessoas a interagir com as exposições temporárias, permanentes e atividades do serviço educativo do museu, das quais 2561 correspondem ao público escolar.
As estrelas do ano foram as 4 exposições temporárias que nos trouxeram novas abordagens e públicos: “IlustraMulher”, “Pedra Nua”, “Gestos Entrelaçados” e “Olarias Romanas do Baixo Tejo: Quinta do Rouxinol e Porto dos Cacos”.
Entre os 24 eventos realizados destacam-se o Quiz “Elas Fizeram História”, as conferências “Tomando as Paredes – 50 Anos de Muralismo em Setúbal” e “Memórias e Sabores Romanos”, e o Simpósio “Património Cultural da Região de Setúbal: Rotas e Conexões”.
Realizámos também oficinas pedagógicas com destaque para “Da escavação à exposição”, “Árvores de Pedra, Desenhos da Terra”, “Marcas do tempo: gravação em placas de xisto” e “Ateliers de Verão”, além de várias oficinas para a comunidade educativa.
Para além dos eventos, há o trabalho invisível em constante desenvolvimento: 4740 peças arqueológicas foram inventariadas, e recebemos no museu 3 peças etnográficas. No âmbito de um estágio de mestrado, foram realizadas mais de 1700 digitalizações e inventariação de diaporamas. Além disso, 63 novas publicações foram incorporadas à biblioteca e, no âmbito do Projeto HEDGE do Património Cultural IP, foram digitalizadas em 3D 10 peças do nosso acervo arqueológico da exposição permanente.
Na área científica, colaborámos em dois artigos de arqueologia e participámos com uma comunicação nas III Jornadas Internacionais de Arqueologia.
O crescimento online foi notável: alcançámos 8,2 mil seguidores no Facebook e mais de 1000 no Instagram, e criámos o site redepatrimoniofids.amrs.pt no âmbito do trabalho intermunicipal em desenvolvimento pelo FIDS – Fórum Intermuseus do Distrito de Setúbal. Com o FIDS, realizámos 6 reuniões, 11 visitas técnicas e 1 simpósio, cujos contributos integrarão o volume 6 da revista MUSA.
O ano ainda não terminou, mas uma certeza mantém-se: o MAEDS continuará a conservar, estudar e divulgar o património da Região, lado a lado com a comunidade. Porque preservar a memória é construir futuro.


