Bem vindo ao MAEDS

Acaba de entrar em um espaço cultural público onde a sua presença e opinião contam. O MAEDS começa por ser um lugar de memória onde se preserva importante parcela do património cultural móvel da Península de Setúbal e Alentejo Litoral (Distrito de Setúbal). Mas é também um espaço onde se estuda e se divulga esse património e onde se interpretam os vestígios do Passado conservados na paisagem exterior e dispersos pelo território regional.

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Projecto Educativo "O Museu vai à escola..."


Exposição
"ÁGUAS DE SILÊNCIO"
Fotografia de Rosa Nunes

 

A exposição "Águas de Silêncio" de Rosa Nunes, dedicada aos estuários do Tejo e Sado estará patente na Escola Secundária Sebastião da Gama  até  21 de Março de 2018.
PAISAGENS ESTUARINAS DO SADO E TEJO EM PROJECTO FOTOGRÁFICO
A presente exposição integra-se nos objectivos do MAEDS de produção de conhecimento e de informação sobre as realidades estuarinas do Sado e Tejo.
Na instalação dedicada à espécie Himantopus himantopus impera o movimento, quer na dança clássica da ave pernalta, quer no seu voo acrobático. O primeiro andamento da instalação “dança com perna-longa” é um estudo de etologia, mas é também um desafio à nossa capacidade de nos emocionarmos com o restante reino animal. O segundo andamento da instalação dedicado ao voo da mesma ave contém a alegria e a libertação que, em determinadas circunstâncias, o simples abrir de uma janela pode causar nas nossas vidas.
Na apresentação multimédia, a contenção cromática imposta nas imagens impressas dá lugar a uma explosão de formas e cores, onde se desvendam as múltiplas realidades dessas zonas húmidas, dos seus valores paisagísticos, da biodiversidade, das arquitecturas humanas que no tempo longo se foram fundindo com o ambiente. Todas as escolhas são possíveis em uma visita atenta aos estuários do Sado e Tejo...

Perna - Longa (Himantopus himantopus). Com o comprimento de cerca de 36cm, esta espécie nidifica nas regiões tropicais e subtropicais do Velho e Novo Mundo. Evitando a costa marítima, prefere ambientes de águas lagunares, salobras, pouco profundas, fundos lamacentos, capturando quer animais flutuantes, quer imersos como girinos. Invernante na metade sul da Península Ibérica, forma colónias dispersas que constroem os ninhos, geralmente a descoberto, em locais secos, junto de áreas alagadas, de preferência em ilhotas ou em línguas de terra. Os ovos, em número de quatro, medem 4,4cm de comprimento. O período de criação pode estender-se por largo espaço de tempo, realizando-se a postura de meados de Maio a meados de Junho. A incubação dura entre 25 e 26 dias. Se nos aproximarmos da colónia, as aves adultas voam contra nós; conservando uma distância de alguns metros, circulam várias vezes à nossa volta com gritos altos que soam como latidos de um pequeno cão.

 

17 Fevereiro, 16h00, MAEDS

RESUMO I Muito se escreveu sobre a Companhia de Jesus (CJ) em Portugal e a importância das suas igrejas mas menos são os estudos sobre os seus colégios. Concebido como resposta às exigências da Reforma Católica, dentro de um instituto religioso que nunca recusou o experimentalismo tipológico e rejeitou a ortodoxia de um estilo arquitectónico único, o colégio proliferou pelo mundo assumindo variadas implantações, formas e estilos artísticos, adoptando as características territoriais e culturais e adaptando-as ao chamado "modo nostro" da CJ. Pretende-se com esta comunicação, em que se dará especial atenção a um conjunto de colégios menos estudados e onde se inclui o Colégio de São Francisco Xavier de Setúbal, dar a conhecer novas perspectivas sobre a tipologia arquitectónica escolar da CJ. Estes edifícios enquadram-se num período especifico, cronologicamente balizado entre o início do domínio filipino (1580) e a expulsão da CJ de Portugal (1759), momento que se caracterizou pela fundação sistemática de um tipo de colégios de pequena e média dimensão abertos ao publico laico, sucessores da grandiosidade dos primeiros edifícios jesuítas portugueses, que haviam sido estimulados por D. João III e apoiados pela restante dinastia de Avis.

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Actividades Fevereiro/Março MAEDS

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"Almeida Carvalho. Aspectos bio-bibliográficos"
03 Fevereiro, 16h00, MAEDS